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Workshop de pintura mistura luz e sombras e é ideal para quem ainda não sabe pintar

A sessão decorre no Auditório Municipal Augusto Cabrita, é conduzida por Sara Oliveira Martins e convida à descoberta do lado invisível da luz.

No próximo dia 30 de novembro, o Auditório Municipal Augusto Cabrita (AMAC) volta a abrir portas à experimentação artística com o workshop de pintura “Quantas sombras tem um dia?”, orientado por Sara Oliveira Martins. A sessão decorre no Pequeno Auditório, entre as 10 e as 12 horas, e promete uma manhã dedicada à descoberta do lado invisível da luz.

A proposta nasce de uma observação simples e poética. Ao longo de um dia, a luz muda, desloca-se, transforma o espaço e a forma como o habitamos. As sombras acompanham esse movimento e revelam a sua própria linguagem, entre contrastes e gradações. Na prática, o workshop convida a explorar essa presença subtil e a olhar o mundo com atenção renovada.

Sara Oliveira Martins propõe uma abordagem sensível, onde a tinta dá cor e corpo ao que normalmente passa despercebido. Mais do que aprender uma técnica, a experiência quer provocar uma relação direta entre o olhar, o gesto e a matéria. Cada participante é incentivado a transformar a sombra em cor, em traço, em memória.

O exercício começa na observação da luz e das suas variações, seguindo depois para a experimentação prática. A artista desafia o grupo a perceber quantas sombras cabem num só instante — e de que forma cada uma delas pode revelar algo sobre o tempo, o espaço e o próprio olhar.

Com duração de 120 minutos e destinado a maiores de oito anos, o workshop está aberto a todos, mesmo a quem nunca pegou num pincel.

A inscrição custa 5€ e pode ser feita através dos contactos 212 068 230, 212 068 287, 212 068 535 ou do email bilheteira@nullcm-barreiro.pt. Além disso, os bilhetes encontram-se disponíveis nos locais habituais, nomeadamente no Auditório Municipal Augusto Cabrita, Posto de Turismo do Barreiro e o Welcome Center.

Apoiado pelo município “Quantas sombras tem um dia?” é uma oportunidade para abrandar o ritmo, observar o que a luz revela e descobrir, com gestos simples, que até a sombra tem a sua própria cor.

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