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Descobrimos a melhor altura do dia (e do ano) para usar o icónico creme de lata azul da Nivea

A dermatologista lança, contudo, um aviso: não é recomendado para peles com tendência acneica.

A pele costuma ficar bem mais seca depois do verão. A exposição solar, o cloro das piscinas, o sal do mar e os banhos frequentes podem contribuir para a desidratação e para alterações na barreira cutânea. Pernas, braços, cotovelos, joelhos, mãos e calcanhares estão entre as zonas que mais sofrem com a secura. Uma das opções clássicas para a recuperação é o icónico creme da lata azul da Nivea

“Depois do verão, a pele costuma apresentar uma maior desidratação e certa alteração da sua função barreira devido à exposição acumulada ao sol, ao calor, ao cloro, ao sal e ao uso frequente de duches. Neste contexto, um creme como o clássico Nivea pode ser útil”, explica a dermatologista Cristina de Hoyos em entrevista à revista espanhola “InStyle”.

A especialista recomenda-o sobretudo para peles secas, incluindo casos de descamação, secura ou irritação provocada pelo sol. “A sua textura rica e oclusiva ajuda a reduzir a perda de água e a recuperar a sensação de conforto e suavidade”, explica.

A aplicação deve ser feita depois do banho. “Uma das chaves está em aplicar o creme justo depois do duche, com a pele ainda ligeiramente húmida, sem a esfregar antes até ficar completamente seca. Desta forma, ajudamos a reter a água na camada superficial da pele”, afirma Cristina de Hoyos. Não é necessário usar uma grande quantidade: “Aplicar uma camada fina e bem espalhada costuma ser suficiente”.

Apesar das vantagens para a pele seca, a dermatologista alerta que a fórmula pode não ser indicada para todos os casos. “Em peles com tendência acneica, sobretudo no rosto ou nas costas, um creme muito denso pode ser demasiado oclusivo e favorecer o aparecimento de borbulhas ou agravar uma foliculite.”

Aproveite e leia o artigo da NiT sobre o aviso lançado pela DECO espanhola sobre o emblemático creme da Nivea.

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