Fundada em 1949 em Caerano di San Marco — uma pequena localidade no norte de Itália —, a Diadora começou por fabricar botas de caminhada, antes de se dedicar a modalidades como ténis, futebol e ciclismo.
Nunca teve o mesmo nível da popularidade das suas maiores concorrentes, como adidas e Nike, mas, mesmo sem essa exposição, ganhou uma base sólida de fãs. Em junho, regressou aos pés dos italianos graças ao lançamento da linha Legacy.
O sucesso deve-se às tendências atuais. Nos últimos tempos, a moda afastou-se das sapatilhas robustas e voltou a apostar em modelos mais finos e de perfil baixo. No fundo, os looks regressaram ao território que a Diadora ocupa há décadas.
Nas décadas de 1980 e 1990, a marca tinha uma enorme dimensão. Björn Borg, ícone sueco do ténis, vencedor de 11 títulos do Grand Slam, era um dos nomes associados à Diadora, sendo visto regularmente com algumas propostas da insígnia.

Boris Becker, o prodígio alemão que se tornou o mais jovem campeão de sempre do torneio de singulares masculinos de Wimbledon, aos 17 anos, também usava a marca. Nos relvados de futebol, equipou lendas como Paolo Maldini e Roy Keane.
Entre as novidades da Diadora há um modelo que se destaca pela versatilidade: o Equipe Vela SW. “As Equipe ditam tendências em Itália desde os anos 70. Consideradas as rainhas incontestáveis das solas baixas, estas sapatilhas fazem hoje a ponte entre a pista e o universo lifestyle contemporâneo”, descreve a própria marca.
O par destaca-se pelo branco, mas também pelos detalhes acastanhados na lateral e na traseira. Esta combinação faz com que as sapatilhas fiquem bem com todas as cores que tem no armário, desde os tons mais claros e vibrantes aos escuros e neutros.
As Equipe estão à venda no site da Diadora por 180€. Quanto aos tamanhos, há opções entre o 36 e o 46.
Carregue na galeria para conhecer algumas propostas da Saucony, outra marca que está a fazer sucesso pelo mundo.








