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A florista que voltou à Vogue vai abrir um novo atelier com workshops no Barreiro

A abertura marca uma nova fase do atelier de Ana Oliveira, que continua sem formato de loja, mas com mais espaço para criar, receber e ensinar.

Ana Oliveira prepara-se para abrir um novo espaço para o Atelier Botânico no Barreiro e a novidade não está numa mudança de rumo, mas sim num crescimento natural. O projeto continua a funcionar online e não vai transformar-se numa loja aberta ao público. A diferença é outra: mais espaço para trabalhar, para receber clientes e para começar a pôr de pé uma ideia que andava a ganhar forma há algum tempo.

Os workshops vêm aí. “Ainda este ano quero avançar com dois”, garante. A inauguração do novo espaço está marcada para 21 de março, às 17 horas, na Rua Doutor Eusébio Leão 14B, no Barreiro. A data foi escolhida com algum simbolismo. Além de assinalar a abertura do atelier, serve de celebração da chegada da primavera, o que faz todo o sentido para um projeto que vive de flores, plantas e composições pensadas a partir da sazonalidade. O convite é simples: aparecer, brindar e conhecer a nova morada do Atelier Botânico. Pelo meio, está previsto um concerto dos Scorpions do Barreiro.

Para quem acompanha o trabalho de Ana, esta mudança encaixa no percurso que tem vindo a construir. O Atelier Botânico nasceu de uma relação paciente e muito prática com o universo das plantas. Formada em Ciências da Comunicação, acabou por encontrar nas flores e na jardinagem uma profissão improvável e, ao que tudo indica, certeira. Trabalhou quase uma década numa florista em Lisboa,, antes de avançar com um projeto próprio que junta venda digital, entregas em mãos e aconselhamento personalizado a clientes do Barreiro e de vários pontos do País.

O que distingue o atelier não é apenas a estética dos arranjos, mas o modo como Ana fala das plantas: com a experiência de quem conhece bem o ritmo de cada espécie. Nas redes sociais e no contacto com clientes, vai partilhando sugestões sobre rega, luz e fertilização, sempre com uma ideia simples por detrás: cuidar bem exige mais observação do que dramatismo. O novo espaço ajuda a consolidar essa dimensão mais próxima do projeto, agora com margem para encontros presenciais e experiências mais demoradas.

 

 
 
 
 
 
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Há ainda outra novidade a reforçar este momento. Ana Oliveira voltou a integrar um editorial da Vogue Portugal, pela segunda vez, sinal de que o seu trabalho continua a ganhar reconhecimento fora do circuito mais imediato de clientes e seguidores. Na apresentação da revista, o Atelier Botânico surge associado a composições leves, sazonais e românticas, inspiradas na espontaneidade da natureza e na autenticidade do amor. A descrição encaixa no que Ana tem vindo a construir: um trabalho delicado, mas sem artificialismos, atento à diversidade da flora e à identidade de cada encomenda.

No fundo, a abertura deste novo atelier parece menos um recomeço e mais a continuação lógica de um caminho que já estava a crescer. O projeto mantém a base digital, conserva a mesma assinatura e ganha agora espaço físico para respirar melhor. E isso, para um negócio que vive de tempo, cuidado e matéria viva, não é um detalhe pequeno.

Carregue na galeria e conheça o trabalho do Atelier Botânico.

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